Não Leia A Revolta de Atlas de Ayn Rand

Obra que nos faz refletir sobre como estamos nos organizando e de quebra nos faz pensar qual a nossa missão de vida.

Nós indivíduos que co-habitam o mesmo espaço urbano “civilizado” sabemos que somos hoje governados sobre dinâmicas de poder e controle, entretanto esse assunto ainda não é comum nas empresas, nas mesas de bar, ou nas famílias e obviamente, não acredito que veremos qualquer matéria sobre o assunto em mídias de grande massa ou circulação falando abertamente sobre o tema. Entretanto, é de uma importância extrema para quem busca saber onde está pisando, com quem anda falando e armazenando seus recursos monetárias e intelectuais por onde perpassa a sua fadada existência, sim se não abrirmos os olhos a coisa fica PRETA literalmente.

Analisando modestamente e sem gastar horas do meu dia em função dessa análise podemos perceber claramente uma divisão, uma sombra, uma película que sempre cobre o assunto. Tal como um mágico que antes de mostrar a magia envolve o seu espectador de mil e uma formas para que o que pareça fazer é fora deste mundo. Pertence a uma instância superior e divina, bom nesta pequena análise conseguimos fazer o link sobre porque política e religião foram “irmãzinhas serelepes” durante muitos milênios, cada uma com seus motivos.

Dividir é a regra quando o assunto é poder e controle, então para poder adentrar nesse lindo universo também teremos que dividir em duas camadas o assunto, na primeira camada, a mais superficial, temos os termos desgastados e conhecidos ditos a tanto tempo e a rodo que de uma forma ou de outra, parecemos ter uma interpretação, homogênea e tantas vezes traiçoeira e infantil, não nos dando trabalho de pensar ou refletir, introjetamos tal expressão ou palavra como um viciado em heroína toma a sua dose diariamente sem preocupar-se com o amanhã, afinal sua vontade é imediata.

Alguns termos como “cidadão”, “sociedade”, “responsabilidade do governo”, “incetivos governamentais”, “pactos de recuperação”, “ajudas”, “bolsas”, “financiamento público”, “imposto”, e uma série enorme de outros “palavrões” que permeiam nossos olhos e ouvidos diariamente. Perpassam nossas mentes sem ao menos darmos algum espaço para o seu significado real e a sua importância em nossa alma e mente.

As matérias da mídia tradicional, TVs, rádios e principalmente os jornais, acabam minando ainda mais a falta de interpretação e análise desses termos deixando nós como espectadores imbecis com os controles que estamos submetidos. Os pensamentos convulsivos, marcados, e repetidos sincronicamente de matéria em matéria, acabam por derrubar com a tentativa mais básica de raciocínio ou interpretação, são vazias de intelecto mas forte de emoção, convencendo-nos moralmente para cima ou para baixo.

 

Com uma prática conhecida em todos os regimes de poder, totalitários ou DEMOcráticos, é sempre preciso dividir os polos, aparentemente, opostos nas discussões, vulgarmente as chamando de esquerda ou direita do poder, acredito que nem esses termos deveriam corresponder ao que correspondem comummente hoje mas esse é um outro tema.

Quero enfatizar aqui que o pano de fundo é sempre o mesmo tanto faz que chamemos pauta de esquerda ou direita. Exemplificando, temos na esquerda a maior parte das vezes, as lutas de classe, de gêneros, cores, raças, renda, entre outras e pelo lado da direita temos políticas de proteção, conservadorismo de costumes, defesa da pátria nacional entre outros.

Ambas as linhas possuem um ponto em comum, a busca do poder pelo poder, defendo essa tese pois ela é dedutiva à partir do ponto que saibamos interpretar que todo o recurso recebido por uma troca VOLUNTÁRIA possui uma correspondência de igual teor ou superior ao recurso PAGO primariamente. Ou seja, indivíduos pagam a outros indivíduos aguardando que sejam correspondidos com os livres acordos que propuseram.

Entretanto…

Cabe aqui uma pausa para respiração!

Voltando…

Para que possamos entender que quando temos um grupo de indivíduos protegidos por armas, leis, togas e ternos de linho, aos quais esses criaram ao seu bel prazer leis, armas de destruição em massa, e foguetes de destruição de cidades, usando de cortinas e jargões de poder e manipulação, para que fossem obedecidas pela maioria (democraticamente), temos sim um governo totalitário! Sim, o totalitarismo da maioria!

No Brasil, terra da onde consigo absorver meu sustento e trocas voluntárias, e que por algumas horas mantenho meu corpo laborando em atividades produtivas para que mais empresas e pessoas possam usufruir de minhas habilidades egoisticamente adquiridas com meu empenho e esforço genuíno.

E temos aqui uma regra primária, aquele que não governa o seu próprio pensamento, será sempre governado, por quem pensa a seu respeito e a sua forma de ver e seguir a vida, será a mesma dessa maioria que lhe estabelece regras as quais você não a consenti-o. Por isso a maior liberdade defendida sempre é a liberdade do seu próprio pensamento, a voz da sua alma, a sua imaginação criativa e livre que poderá ser ouvida por todos os cantos do mundo.

 

Aquele que não concordo com a maioria precisa coercitivamente concordar, não temos escolhas livres nas chamadas democracias, o que é sua propriedade na verdade é uma pequena parte e a outra é do poder. E esses o utilizam de cortinas, enfeites e trocadilhos para lhe dizer que a possa do seu próprio bem, é melhor que fique em suas mãos, não nas suas.

Alguns itens que precisamos SEMPRE pensar ao ouvirmos:

Quem responde? Quem paga? Por quanto tempo? A que regras estamos submetidos? Quando se encerra?

É importante destacar que não interessa quem esteja seguindo o plano economico liberal, conservador, progressista, ou outro. O teatro do poder é o mesmo, as alianças continuam sendo costuradas sem a moralidade do indivíduo, com base em bens que eles não produzirem em que não houve esforço para que o fosse erguido e mantido.

O homem que produz algo de valor a alguém não deveria nunca temer a sua própria sorte, o homem que não produz nada de valor fica à mercê das esmolas alheias. Agora aquele que não produz e manipula coercitivamente através das tais “dinâmicas democráticas” o poder só pode existir pois acreditamos que estes são reais, e alguns são os detentores de leis e moralidade. Vamos pensar e evoluir.

O poder não por si mesmo mal, pois o único poder perpetuado por séculos e séculos é o poder de boas ideias, de ideias de amor e fraternidade as ideias que sustentam famílias, empresas, seguindo nós mesmos de bom grado regras e obrigações, tal como em um shopping que você frequenta.

A mão que rouba, não lhe defenderá o dia que parar de alimentá-la.

Quero aqui exprimir o pensamento de que a vingança, os conchavos e a falta de liberdade de expressão e opinião dos indivíduos de moral fraca é o solo fértil para que populistas de plantão operam suas mentes seja qual for o seu ponto de vista e em qualquer época, defenda-se do maior ataque ao espírito humano, o PENSAMENTO EM MASSA.

Quando tornastes por Deus criativo, inovador, ousado, e dotado da palavra é porque podes usá-la ao seu bel prazer, crie suas obras, venda-as e não deixe que nunca uma mão fria e gélida que nunca ousou criar nada se aposse de suas criações.

Artistas, inovadores, empreendedores, se somos nós que os alimentamos, somos nós que podemos deixá-los morrer de fome.


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