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Os Norteadores da Inovação

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Como nos tornamos “mais” inovadores?

Os Norteadores da Inovação, segundo nós da RUMO, são elementos que levam a inovação de valor. Estes norteadores tornam as pessoas e os negócios verdadeiramente “mais” inovadores. Desenvolvemos uma lista contendo princípios que devem “comandar” as iniciativas de inovação. Por outro lado, não pretendemos postular que os tópicos, a seguir, sejam os “únicos” a serem levados em conta em empreendimentos inovadores, poderão haver outros. Portanto, considere os conhecimentos e atitudes como “exemplos” para seus projetos pessoais ou de negócios.

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Os Norteadores da Inovação são os “faróis” para os inovadores.

Quais são os Norteadores da Inovação?

Ousadia / Atitude, Paradigma, Criatividade, Arte, Conexão, Empatia, Relaxamento, Observação, Autonomia, Liderança, Liberdade / Comunicação.


Acima de tudo, o importante para a RUMO são as pessoas, os seus pensamentos/sentimentos e suas características inovadoras. Os Norteadores da Inovação, não devem ser encarados como “inerentes” por alguns seres “privilegiados”. Aliás, a inovação não é exclusividade somente dos tipos “criativos”, “loucos” ou “diferentes”. Pessoas com viés pragmático, de visão de curto prazo e bem “capitalistas ortodoxos”, são essenciais principalmente nas fases “finais” das soluções. Quando tipos criativos juntam-se a tipos pragmáticos, é onde a “mágica” acontece.

Os princípios buscam um olhar 360º graus, “completo”. Utilizamos fontes e ideias de diversas vertentes do conhecimento humano. Acreditamos que boas abordagens (como o design thinking, por exemplo), e consagradas metodologias de gestão de projetos (PMBOK, SCRUM), inovação e desenvolvimento, sempre podem ajudar na prática, mas ao fim e ao cabo trabalhamos para pessoas e entregamos para pessoas e lucramos (recomendo fortemente o livro Dobre Seus Lucros) através de vendas para as pessoas. Pessoas são a chave!

“Nunca peça desculpas por pensar em lucros”.

Bob Fifer. Autor de Dobre Seus Lucros

Nesse sentido, os tópicos abaixo terão a sua maior ou menor importância à depender do seu contexto, do porte do negócio, do tamanho do desafio e/ou problema, dos “tipos” de pessoas envolvidas, e da avaliação racional e objetiva da iniciativa inovadora.

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Os Norteadores da Inovação

OUSADIA – Um dos Norteadores da Inovação.

Fazer… Se não temos esse princípio, temos apenas um potencial, uma potencialidade. Algo que “ainda” não veio, ou que está a caminho de vir. Afinal, sem a execução não temos nada. Não temos o que avaliar ou analisar, não temos nem o que interpretar. Entretanto, o fazer pode ser visto de duas formas a primeira é a “repetição”, ou “rotina”. Fazer denota para alguns o conhecimento prévio, “do que fazer”. Essas atitudes nascem de modelos de desempenho, do meio ambiente e do comportamento que é recompensado e reforçado.

A ousadia no nosso contexto, é uma premissa básica para “quebrar” a entropia inerente da condição humana. Passar a agir é colocar em prática um pensamento prévio, geralmente um pensamento que julgou-se o mais adequado. Afinal, a atitude não tem um “botão”. As pessoas seguem atitudes através de modelos de desempenho, do seu próprio meio ambiente e do comportamento que é recompensado e/ou reforçado. Além disso, não podemos “fabricar” ou “estocar” atitude.

A OUSADIA é fazer algo de modo diferente

Toda ação ou é rotineira, ou é baseada em possibilidades. Quando usamos uma rotina de eficiência comprovada, temos o direito de esperar que funcione como no passado. A padronização ou “situação padronizada” faz o link da experiência acumulada no passado à ação presente e à previsão do futuro. O sistema é excelente, e não é a toa que seja o nosso modo padrão de pensar/executar. Visto que a padronização nos leva sempre a um resultado “padrão”, será esse “sempre” o melhor uso da nossa OUSADIA?

A “rotina” oferece uma maneira conhecida, testada e comprovada de ir em frente. As rotinas são excelentes e práticas – mas não são o bastante.”

Edward de Bono, Novas Estratégias de Pensamento.

Antigamente, num mundo estático e estável, os nossos sistemas ficariam cada vez mais ricos e eficientes. Se nenhuma variável mudasse do dia para a noite, teríamos sempre experiências consolidadas em situações padronizadas. À partir dessa premissa deveríamos ficar cada vez mais sábios e mais inteligentes.

No entanto, num mundo instável (cada vez mais avançado de informações) um sistema baseado em situações “do passado” talvez não descreva mais o mundo à nossa volta. E principalmente, quando estamos tentando “inovar” e “fazer diferente”, a OUSADIA faça mais sentido, “quebrar regras”, “improvisar” e não seguir pelo caminho “já conhecido”, poderá nos levar a excelentes resultados.

Conhecido x Não conhecido

Desta forma, quando não temos um processo aplicável ou um manual de boas práticas, precisamos pensar num novo “jeito de fazer as coisas”. Porém, não há garantia de que “estamos no caminho certo”. A “possibilidade” de determinada ação, vai desde aquilo que tem muita probabilidade de funcionar até algo que tem uma probabilidade remota. É preciso analisar e ponderar ação por ação, projeto por projeto.

Dessa forma, quem busca a inovação radical deverá trilhar “novos caminhos”. OUSAR fazer diferente do pré-estabelecido/conhecido, exige coragem. Requer buscar e premiar aqueles cujo o pensamento e a ação não “segue a boiada”. Enfim, a OUSADIA que buscamos retratar nesse post, é essa ação em busca do “novo” e não do “conhecido”. Esperamos que você possa OUSAR em busca de novas formas de desenvolver seus negócios.

Fonte: Edward de Bono, Novas estratégias de Pensamento.

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"Quando os teus desejos são suficientemente fortes aparentas ter poderes sobre-humanos para os alcançar."

Napoleon Hill

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